Você trava no meio da aula e não sabe por quê. Não é falta de sinais. É que seu cérebro nunca aprendeu a pensar em língua de sinais
A língua de sinais não é gesto pra decorar, é outra forma de organizar o pensamento: no espaço, no movimento, na expressão do rosto. Este livro ensina esse jeito de pensar com um método de 5 fases, do primeiro sinal até o aprofundamento real.
Mais de 41 universidades brasileiras já confirmaram os elementos que sustentam esse resultado, só que espalhados demais pra chegar até quem mais precisava deles: você.
41
universidades brasileiras
onde a Escrita de Sinais já floresceu como pesquisa acadêmica, em todas as regiões do país.
ver as 41 universidades
CEFET-MG
PUCRS
PUC-SP
UCPel
UEA
UEM
UEPB
UESB
UESC
UFAL
UFAM
UFBA
UFC
UFCG
UFERSA
UFES
UFMG
UFMT
UFPA
UFPB
UFPE
UFPR
UFRGS
UFRN
UFS
UFSC
UFSCar
UFSM
UFT
ULBRA
UNIASSELVI
UNICAMP
UNIFESP
UNIOESTE
UNIPAMPA
UNIR
UNISINOS
UNOPAR
UTFPR
UnB
Universidade São Francisco (USF)
Fonte: Levantamento próprio, pesquisa de campo Escrita de Sinais no Brasil
235
publicações acadêmicas já mapeadas
Conferimos uma por uma e falam diretamente da Escrita de Sinais e seu impacto na vida dos surdos, educação, pesquisas etc. E continua crescendo...
ver a composição
56 dissertações (mestrado)
21 teses (doutorado)
68 artigos
31 TCCs
48 livros
9 outros
Fonte: Levantamento próprio, pesquisa de campo Escrita de Sinais no Brasil
77
dissertações e teses defendidas entre 1999 e 2025
A Escrita de Sinais chegou ao Brasil em 1996, pela PUC-RS, prova de que o método tem décadas de pesquisa por trás, não é modismo.
ver a composição
56 dissertações de mestrado
21 teses de doutorado
Fonte: Levantamento próprio, verificado fonte-primária, cobrindo produção acadêmica de 1999 até 2025
TCCs, dissertações (mestrado), teses (doutorado) e artigos que citam algum dos nossos livros.
44
instituições brasileiras já referenciam nossos livros
12 delas recomendam oficialmente, em edital de concurso, ementa ou programa de pós-graduação, como UFRN, IFSP e IFPB. As demais 32 têm pesquisadores de fato afiliados que citaram algum dos nossos livros por conta própria, em dissertações (mestrado), teses (doutorado) e artigos, como UFC, UFSC, UNICAMP e UFRGS.
ver as 44 instituições
UFVJM
UFRN
IFMG
UF Pampa
UNILAB
UNIFEBE
IFRN
IFSP
IFAM
IFPB
UFRR
UFGD
UFSC
UFAM
UFS
UFT
UFC
UESB
UFPA
UFES
UEA
UFSCar
UTFPR
UNIR
UNIFESP
UESC
UEM
UNICAMP
UFTM
UFAL
UFMT
UFSM
UFRA
IFBA
UNIFAP
UFMA
UFAC
IFSC
UNIVASF
IFMT
UNESPAR
UFG
UNIASSELVI
UFRGS
Citado também em livro acadêmico publicado pela Cambridge Scholars Publishing (Reino Unido).
Este livro é o primeiro a reunir tudo isso, décadas de pesquisa acadêmica e décadas de prática de campo, num método passo a passo que você começa a aplicar já na próxima aula ou na próxima conversa, mesmo que hoje você ainda não saiba um único sinal em Libras.
Se você é educadora, intérprete, coordenadora pedagógica, fonoaudióloga, terapeuta ou família de um estudante surdo, é o método de 5 fases pra alfabetização bilíngue de verdade. E se hoje você ainda traduz por dentro antes de sinalizar, é a mesma chave: quanto mais você pensa direto em Libras, mais rápido seu aluno sente que está sendo alcançado de verdade.
Duas cenas, um só motivo.
Cena 1
Você preparou a aula com carinho, adaptou o material, trouxe recurso visual pra tudo, e ainda assim recebeu de volta aquele aceno educado, o "sorriso amarelo" de quem não entendeu nada.
Cena 2
Você já sabe sinal suficiente pra se virar com seu aluno, mas por dentro está sempre um passo atrás, convertendo do português antes de sinalizar, e trava exatamente na hora em que ele mais precisaria de uma resposta rápida e clara.
Nenhuma das duas é falta de esforço. É que praticamente toda metodologia de alfabetização e de aprendizagem em Libras por aí foi desenhada pra um cérebro que processa som, e depois só "adaptada" pra quem processa em imagem. Aplicar isso em quem pensa visualmente, seu estudante surdo ou você mesma buscando fluência, é pedir pra um cérebro fazer um trabalho extra que ele nunca deveria precisar fazer.
A própria Valerie Sutton, criadora da Escrita de Sinais (SignWriting), descreve este como o primeiro livro do mundo a nomear esse obstáculo com clareza e ainda entregar o método completo, fundamentado em neuroaprendizagem, pra quem ensina e pra quem aprende Libras através da Escrita de Sinais.
Sabemos: você já testou material novo, já mudou de abordagem, já se cobrou mais do que devia. E ainda assim sente que está 'se virando', não dominando de verdade. Não é falta de esforço seu.
Já reorganizou a sala, criou recurso visual do zero, repetiu o mesmo conteúdo de três jeitos diferentes numa única aula, só pra ver o estudante continuar dependendo de você pra tudo. Ou, se o desafio é o seu próprio domínio da língua, já assistiu curso, já decorou lista de sinais, e ainda trava justamente na hora em que precisaria fluir.
Isso tem um nome, e não é falta de talento: você está tentando resolver um problema visual-espacial com ferramentas pensadas pra um cérebro que processa som. Continuar assim, por mais esforço que você coloque, é remar contra a corrente.
E o custo disso é cumulativo, não pontual. A cada semana sem um método que respeite o processamento visual, o estudante surdo perde uma janela de desenvolvimento linguístico que não volta. A cada mês, você acumula mais frustração e começa a duvidar da própria competência, mesmo sendo boa no que faz. A cada ano que passa assim, uma geração inteira segue pela educação sem desenvolver o que poderia ter desenvolvido, e você segue traduzindo por dentro em vez de pensar direto na língua.
Existe uma pergunta que você provavelmente já se fez, mesmo sem dizer em voz alta: "se eu conhecesse um método melhor de neuroaprendizagem visual, eu faria diferente?" A resposta é sim. E é exatamente esse método que Madson Barreto e Raquel Barreto (surda) sistematizaram neste livro, depois de mais de 25 anos de prática real na Libras e mais de 13 anos aplicando a Escrita de Sinais em contextos reais, não em teoria de gabinete.
É porque o sistema pula a etapa fundamental: consolidar a Libras como primeira língua antes de forçar o português como segunda.
Todo estudante surdo que não desenvolve bilinguismo real enfrenta muitos desafios na vida. Enquanto você lê este parágrafo, existem educadores em sala agora mesmo repetindo práticas de mais de um século atrás, e recebendo de volta o mesmo sorriso amarelo de quem finge entender.
9,7 milhões
de brasileiros com deficiência auditiva
último censo com esse dado específico; o número real hoje provavelmente é maior. Cada um deles é alguém do outro lado da ponte que você está aprendendo a construir.
Fonte: IBGE, 2010
25 anos
de prática real dentro da comunidade surda
não é teoria de gabinete: é o tempo que Madson e Raquel levaram vivendo, ensinando e aprendendo Libras de dentro pra fora antes de sistematizar o método.
Fonte: Trajetória de Madson e Raquel Barreto
5 fases
que substituem "se virar" por método
a mesma estrutura progressiva testada em Ensino Fundamental, Médio e Superior, capítulo a capítulo, sem pular etapa.
Fonte: Sumário do livro
// como tudo começou
AhistóriacomeçaantesmesmodeMadsonnascer
Isso aqui não é currículo de quem virou especialista estudando de fora. É a história de dois destinos que a língua de sinais alcançou primeiro, antes de qualquer um dos dois escolher ela.
A gravidez ultrapassou 45 semanas, mais de 10 meses e meio. Os médicos alertaram sobre possíveis complicações, entre elas a surdez. A resposta da mãe de Madson foi só uma frase, dita antes mesmo de saber se seria verdade: "se meu filho for surdo, aprenderei a Língua de Sinais pra me comunicar com ele." Madson nasceu ouvinte, mas aquela promessa feita a um filho que ainda nem tinha nascido plantou uma semente que só germinaria anos depois.
Aos 13 anos, Madson começou a estudar Libras. E anos mais tarde, já coordenando 55 funcionários surdos num dos órgãos públicos mais importantes de Minas Gerais, viveu o momento que expõe o que este livro inteiro tenta resolver: numa reunião, dois desses funcionários surdos precisaram interpretar a própria sinalização dele pros demais entenderem. Anos de estudo, e ainda assim, na hora que mais importava, não estava sendo compreendido de verdade.
Madson Barreto interpretando em Libras no palco, num evento de formação de jovens aprendizes surdos, 2008.Madson Barreto com os 55 funcionários surdos que coordenava, em um evento, 2009.
Foi o encontro com Raquel que revelou onde estava o problema. Raquel ficou surda aos 10 meses, por causa de uma medicação pra meningite. Quando ela e Madson se conheceram em 2007, ele escrevia cartões românticos em português, com letras maiúsculas, e recebia de volta o mesmo sorriso educado de quem não compreende completamente, o mesmo sorriso amarelo que qualquer educador reconhece. A Escrita de Sinais (SignWriting) foi o que mudou o jogo: no momento em que Madson passou a escrever direto em Libras usando esse sistema, Raquel conseguia ler a maior parte naturalmente, mesmo antes de ter aprendido essa escrita formalmente.
Madson e Raquel com a mãe e irmão dele, no lançamento do nosso primeiro livro, em Belo Horizonte, 2012.Madson e Raquel com os pais dela, no mesmo lançamento, em Belo Horizonte, 2012.
Numa tarde de julho de 2011, no aniversário dela, Madson entregou a Raquel uma carta surpresa, escrita inteira em Libras. Ela leu de ponta a ponta, fluentemente, como se fosse poesia visual escorrendo do papel direto pra mente. Dias depois, Raquel notou algo que nenhum curso tinha entregado até ali: "amor, sua sinalização está mais clara." E Madson respondeu com a frase que resume todo o método deste livro: "é verdade, eu também sinto isso. Minha mente está pensando direto em Libras."
Mais de 13 anos de pesquisa e prática da Escrita de Sinais depois, este livro existe pra entregar com clareza o porquê e o como dessa transformação, e pra guiar você a levar seus estudantes (ou você mesma) até esse mesmo ponto.
25 anos de vivência dentro da comunidade surda, condensados em uma sequência que você segue na ordem certa, e 13 anos de aplicação real da Escrita de Sinais refinando cada uma delas.
Com este livro, você vai saber:
ativar as redes neurais especializadas do processamento visual-espacial, no seu aluno e em você mesma
aplicar práticas de consciência fonológica visual em progressão, sem pular etapa
criar ambientes de ensino verdadeiramente acessíveis, não só "adaptados"
reconhecer e neutralizar as armadilhas invisíveis que sabotam alfabetização real
usar metodologias de ensino cientificamente fundamentadas, com respaldo, não achismo
Eu e Raquel vivemos essas 5 fases na pele: testamos, ano após ano, com surdos e ouvintes de todas as idades, até a Escrita de Sinais nos levar a pensar direto em Libras. Organizei cada etapa nos capítulos do livro, com os detalhes práticos, na ordem certa pra você repetir esse caminho e levar seu aluno surdo pela mesma travessia.
1Fase 1, SincronizaçãoO cérebro já tem capacidades visuais que raramente são ativadas de propósito. Aqui começa a preparação neural específica que muda como o estudante (ou você) processa informação visual desde a primeira aula.
2Fase 2, EspelhoO momento em que a ficha cai: a conexão profunda com a Escrita de Sinais acontece, e a relação com a própria língua nunca mais é a mesma.
3Fase 3, ConsciênciaÉ aqui que se separa alfabetização superficial de competência linguística real, com o desenvolvimento sistemático das habilidades metalinguísticas que sustentam tudo que vem depois.
4Fase 4, ImersãoO ponto em que o cérebro para de traduzir e passa a pensar direto em Libras: aprofundamento visual-motor e produção textual progressiva, em desafios de até 30 dias.
5Fase 5, CriaçãoA autonomia plena. Laboratórios de revisão e transcrição progressiva, onde é a vez do estudante (ou de você) produzir os próprios textos em Escrita de Sinais.
Talvez você já queira se aprofundar de verdade em Libras e ainda não saiba bem como chegar lá, seja você surda ou ouvinte. Eu e a Raquel descobrimos como ativar a cognição linguística natural do cérebro, o mesmo mecanismo que tira você de ficar traduzindo por dentro e coloca você pensando direto em Libras, funcionando do mesmo jeito em quem é surdo e em quem é ouvinte. Esse é o período mais profundo de desenvolvimento que leva você até o momento de dar os próximos passos. E o que você ganha não fica só com você: é o que ajuda seu aluno surdo a se desenvolver melhor também no português.
É a mesma jornada que Madson descreve ter vivido, agora sistematizada pra você:
sair do "decorar sinal por sinal" e entender os 5 parâmetros que dão significado real a cada sinal: Configuração de Mão, Ponto de Articulação, Movimento, Orientação e Expressões Não-Manuais, os mesmos que seu aluno usa sem esforço
atravessar a Fase 4, Imersão: o ponto em que o cérebro para de traduzir e passa a pensar direto em Libras, não mais em português convertido
usar a Escrita de Sinais como espelho da própria sinalização, do jeito que Madson sentiu na prática, "minha mente está pensando direto em Libras"
seguir até a Fase 5, Criação: produzir seus próprios textos em Escrita de Sinais, com a autonomia que te deixa presente de verdade na sala com seu aluno
Miolo de verdade, fotografado do jeito que ele chega até você: o protocolo, o rosto e a mão registrados com a mesma precisão que a própria Escrita de Sinais exige, pra você aplicar com o seu aluno, ou reconhecer no seu próprio sinal, se for você quem está se aprofundando.
PÁGINAS 154-155 · CAP. 4
Você vai enxergar a Libras com um novo olhar
Você vai vivenciar na prática um novo jeito de perceber a Língua de Sinais que vai muito além de saber sinal solto. Você sai enxergando detalhes que hoje passam despercebidos, seja no seu aluno ou em você mesmo, com uma profundidade de percepção que memorizar sinal nunca dá.
PÁGINAS 50-51 · CAP. 1
Fotos reais e exemplos práticos
As fotos reais e os esquemas visuais ajudam a entender com clareza os aspectos mais importantes. Assim você vai se aprofundando na Libras e estará mais preparado para ajudar e ensinar alunos surdos também. Além disso o livro tem sugestões de atividades práticas para Ensino Fundamental, Médio e Superior, sempre com muitos exemplos práticos visuais.
PÁGINAS 56-57 · CAP. 1
A incrível beleza da Libras
A Libras é uma língua viva, em constante desenvolvimento. Ouvintes e até surdos às vezes se confundem no mesmo detalhe ao sinalizar ou ao fazer uma anotação em Libras. É justamente nesse detalhe que mora a maior profundidade que a Escrita de Sinais revela, e é isso que você vai aprender a identificar com facilidade, a ponto de conseguir ensinar pra outra pessoa também.
Não é uma coletânea de dicas soltas. É a sequência exata que 25 anos convivendo, ensinando e aprendendo dentro da comunidade surda mostraram ser necessária, do porquê científico até o passo prático de segunda-feira.
1
O Código Visual do Pensamento Surdo
A ciência por trás da transformação que acontece quando o cérebro encontra sua linguagem natural.
1.1 · Como o Brasil descobriu a chave secreta da alfabetização de surdos
1.2 · O GPS neural que seu estudante surdo já possui (e provavelmente você não está usando)
1.3 · Consciência fonológica visual: a base que libera o potencial metalinguístico
1.4 · Dois idiomas, um cérebro: a ciência do bilinguismo visual-espacial
1.5 · Como tudo começou: nossa jornada com a Libras e a Escrita de Sinais
1.6 · Da teoria à prática: como implementar a Escrita de Sinais em sua realidade
2
As 5 Armadilhas Invisíveis que Sabotam Seu Sucesso na Educação de Surdos (Sem Você Perceber)
Como identificar e superar as barreiras ocultas que limitam o potencial dos seus estudantes.
2.1 · De 1880 aos dias atuais: o padrão histórico que persiste
2.2 · Armadilha 1: quando o português se torna uma prisão
2.3 · Armadilha 2: o paradoxo do cérebro incompreendido
2.4 · Armadilha 3: quando adaptar se torna limitar
2.5 · Armadilha 4: a ilusão da complexidade
2.6 · Armadilha 5: a falsa sensação de progresso
2.7 · O preço oculto que todos pagamos
3
O Método que Supera a Frustração e Entrega Resultados Mensuráveis
Como 2 protocolos simples ativam o aprendizado natural do cérebro visual.
3.1 · A arquitetura neural do processamento visual-espacial
3.2 · Estrutura progressista do método
3.3 · Fase 1: o protocolo Sincronização (10 aulas)
3.4 · Fase 2: o protocolo Espelho (27 aulas)
3.5 · O momento da transição neural consolidada
4
A Progressão Natural: os 3 Protocolos Avançados da Neuroaprendizagem Visual
Como desenvolver as habilidades que fazem estudantes dizerem "foi você que mudou minha vida".
4.1 · Quando o cérebro para de traduzir e começa a pensar direto em Libras
4.2 · Fase 3: o protocolo Consciência (35 aulas)
4.3 · Fase 4: o protocolo Imersão (35 aulas)
4.4 · Fase 5: o protocolo Criação (práticas de revisão e laboratórios de escrita)
5
Da Teoria à Prática: Seu Roteiro Personalizado para Transformação Real
Como escolher entre 4 rotas práticas e evitar os erros metodológicos mais comuns.
5.1 · Os 4 pilares da sua transformação como educador
5.2 · Respaldo legal: seu direito garantido de implementar
5.3 · Descubra seu cenário e quais seus próximos passos
5.4 · Cenários vivos de transformação
5.5 · Seu legado: a marca que você deixará
Você não sai só com teoria. Sai com:
mais de 30 práticas detalhadas, passo a passo, prontas pra aplicar
atividades já adaptadas pra cada nível de ensino
protocolos pra avaliar o desenvolvimento linguístico de verdade
indicadores claros de progressão, fase por fase, pra você saber onde está
orientação sobre recursos complementares pra seguir aprofundando
respaldo legal completo pra sustentar a implementação
conteúdo aplicável a estudantes surdos e ouvintes, incluindo você mesma como aprendiz
Ler e escrever é como uma grande chave dourada que abre partes do cérebro necessárias para uma expressividade completa e profunda.
Valerie SuttonCriadora do SignWriting · prefácio, Califórnia/EUA
"Sinto-me profundamente honrada por ter sido convidada a escrever este prefácio para este novo e histórico livro de Madson e Raquel Barreto. Eles dois são verdadeiros gênios.
De alguma forma, Madson e Raquel capturaram meus sonhos, sonhos que começaram a tomar forma em 1974, quando comecei a escrever as línguas de sinais na Dinamarca. Naquela época, as línguas de sinais eram recém-estudadas e mal reconhecidas como línguas reais.
Mas hoje, graças ao trabalho de pesquisadores, professores e autores como Madson e Raquel, a educação de surdos em todo o mundo começa a perceber que ler e escrever as línguas de sinais pode ser uma experiência profunda e significativa.
Encorajo todos os leitores deste livro a estudarem com atenção as nuances deste trabalho extenso, porque acredito que Madson e Raquel Barreto capturaram a essência do motivo pelo qual inventei o SignWriting.
Peço a você que leia realmente este livro. Valorize cada página. Obras históricas como esta só aparecem uma vez na vida."
Para quem este livro é
Não é para você se
Você prefere continuar "se virando" com seu estudante surdo a se comprometer com o desconforto de aplicar um método novo de verdade.
Já está acostumado a travar na Libras ou na frente dos surdos, ou a usar técnicas de ensino que a ciência já provou que não funcionam pra surdos.
Você prefere continuar dizendo "ainda não sei Libras direito" a arriscar aplicar hoje o pouco que já sabe.
É para você que
Você já decidiu que agora é sua vez de parar de fazer tradução mental, e quer pensar em Libras de verdade.
Você aplica o que aprende no mesmo dia, com um sinal só que seja, em vez de esperar "dominar tudo" pra começar a usar de verdade.
Você já parou de aceitar "ele se vira" como resultado bom o suficiente pro seu estudante surdo.
// agora é sua vez
Continuar'sevirando',oupensardiretoemLibras
A escolha real aqui não é o formato do livro. É se, daqui a 6 meses, você ainda vai estar traduzindo por dentro na frente do seu aluno, ou já vai ser a ponte que ele entende sem esforço nenhum. Quem quer a experiência completa começa pelo Box; quem quer só o essencial escolhe livro impresso ou digital.
Sabemos que você já investiu em curso, material e método que prometeu mudar tudo e não mudou. Por isso o compromisso aqui é concreto, não só uma frase de vendas.
Ao garantir seu exemplar, você tem 7 dias inteiros pra mergulhar no conteúdo, entender as bases da neuroaprendizagem visual e sentir, na prática, cada capítulo mudando a forma como você enxerga o ensino bilíngue, ou a própria fluência.
Se nesse prazo você perceber que o livro não está clareando seu caminho, não está entregando o nível de transformação prometido, ou simplesmente não é o momento certo pra você, basta um e-mail para suporte@universidadedalibras.com.br.
Sem justificativa. Sem formulário. 100% do valor investido de volta.
As dúvidas mais comuns de quem está decidindo entre continuar 'se virando' e finalmente aplicar um método completo.
Este método funciona mesmo para estudantes surdos?
Sim. As 5 fases foram desenvolvidas e refinadas ao longo de mais de 25 anos de prática real, especificamente para construir alfabetização bilíngue de verdade em estudantes surdos através da Escrita de Sinais (SignWriting), não uma adaptação de método pensado pra ouvintes.
Funciona mesmo se eu ainda não sei muita Libras?
Sim. O livro é feito pra estudantes surdos e pra você, educadora, que está aprendendo a chegar até eles: as práticas de neuroaprendizagem visual servem tanto pra quem já sinaliza com fluência quanto pra quem está começando agora, porque o mecanismo neural é o mesmo, e quanto mais você avança, mais rápido seu aluno sente a diferença.
Posso aplicar o método em mim mesmo enquanto ensino?
Sim, e é exatamente esse o ponto: as práticas do livro se aplicam em você mesma ao mesmo tempo em que você ensina, mesmo que hoje você ainda não saiba um único sinal em Libras. É a mesma jornada que Madson e Raquel Barreto descrevem ter vivido antes de sistematizar o método.
Qual a diferença entre o Livro Impresso, o Livro Digital e o Box Libras Sem Travas?
O Livro Impresso traz "Escrita de Sinais na Educação de Surdos" fisicamente na sua casa, com frete grátis para todo o Brasil. O Livro Digital é o mesmo conteúdo completo, só que em arquivo pra baixar direto no seu celular, tablet ou computador, ideal pra quem quer começar agora mesmo. Já o Box Libras Sem Travas é a experiência completa: além deste livro, você recebe mais 3 livros impressos, "Escrita de Sinais sem Mistérios", "Intérprete de Libras Sem Mistérios" e "Libras na Sala de Aula", mais 300 cartões de memorização com vídeos, também com frete grátis.
Preciso já saber Libras pra conseguir aplicar o método?
Não. O livro foi pensado pra ser aplicado em você mesmo enquanto ensina, mesmo que hoje você não saiba um único sinal em Libras. É a mesma jornada que Madson viveu antes de sistematizar o método ao lado de Raquel.
Funciona para qualquer nível de ensino, do Fundamental ao Superior?
Sim. As práticas do livro são adaptadas para Ensino Fundamental, Médio e Superior, com mais de 30 atividades detalhadas passo a passo pensadas pra cada nível.
Preciso instalar algum aplicativo ou usar alguma plataforma especial?
Não. O Livro Digital é um arquivo que você baixa direto pro seu celular, tablet ou computador, sem nenhum aplicativo ou plataforma extra. Já o Livro Impresso e o Box Libras Sem Travas chegam fisicamente na sua casa, com frete grátis para todo o Brasil.
Em quanto tempo eu vejo resultado com meus estudantes?
A Fase 1, Sincronização, já começa a transformar como seus estudantes processam informação visual desde as primeiras aulas. E quando a Escrita de Sinais é implementada corretamente, 6 meses valem pelo que métodos tradicionais não entregam nem em 6 anos.
Como funciona a garantia se eu não ficar satisfeito(a)?
Você tem 7 dias inteiros para mergulhar no conteúdo depois de garantir seu exemplar. Se sentir que o livro não está ajudando a clarear seu caminho, basta enviar um e-mail para suporte@universidadedalibras.com.br: sem justificativas, sem formulários, e você recebe 100% do valor investido de volta.
Tenho respaldo legal pra implementar esse método na minha escola?
Sim. O último capítulo do livro traz respaldo legal completo, incluindo seu direito garantido de implementar a Escrita de Sinais no seu contexto educacional, além de orientações práticas pra você descobrir seu cenário e dar os próximos passos.
Madson e Raquel BarretoAutores de Escrita de Sinais na Educação de Surdos
Nós vivemos o sorriso amarelo dos dois lados, ensinando e sendo mal compreendidos. Este livro é o que gostaríamos de ter tido nas mãos há 25 anos.
Há mais de 25 anos, Madson vive e respira a Libras, mergulhando nos desafios e belezas dessa língua visual que liberta o pensamento. Sua história começou antes mesmo de nascer: quando a gestação ultrapassou 10 meses e meio, médicos alertaram que, se sobrevivesse, poderia ser surdo. Sua mãe declarou: "se meu filho for surdo, aprenderei Língua de Sinais para me comunicar com ele." Bacharel em Letras/Libras pela UFSC (2012) e certificado PROLIBRAS/MEC (2008), enfrentou frustrações comunicativas até descobrir a Escrita de Sinais. Junto com Raquel escreveu "Escrita de Sinais sem Mistérios" (2012, 2015, 2025), referência em escolas de surdos, universidades e concursos públicos em todo o Brasil.
Poetisa e educadora surda, Raquel ficou surda aos 10 meses após medicação para meningite. Licenciada em Letras/Libras pela UFSC (2020) e certificada PROLIBRAS (2008), atuou ensinando Escrita de Sinais para crianças, adolescentes e adultos surdos, testemunhando o brilho transformador nos olhos de estudantes que finalmente podiam ler e escrever em sua língua natural. Casados desde 2010, Madson e Raquel transformaram uma descoberta pessoal em movimento pedagógico que ativa o córtex visual do cérebro bilíngue.
25
anos de prática na Libras
13
anos de aplicação da Escrita de Sinais
235
publicações acadêmicas mapeadas
// a escolha é sua, mas o tempo continua passando
Daqui a 6 meses, você vai estar num desses dois lugares
Lugar 1: exatamente onde está agora. Se virando com métodos que você já sabe que não entregam o resultado que você sente que deveria estar entregando, acumulando mais um semestre de frustração e potencial não realizado, seu ou dos seus estudantes.
Lugar 2: aplicando o único método de neuroaprendizagem visual validado por mais de 25 anos dentro da comunidade surda, com a prática mudando de verdade, não só a intenção.
Imagine seus estudantes surdos lendo e escrevendo com fluência na própria língua visual, usando o processamento visual-espacial a favor deles, não contra. E imagine você, não mais "se virando", mas reconhecida como quem realmente faz a ponte entre os dois mundos.
A pergunta não é mais se o método funciona: 25 anos de prática real já responderam isso. A pergunta que sobra é quanto tempo a mais você vai esperar pra aplicá-lo.