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Escrita de Sinais

Escrita de Sinais na educação bilíngue de surdos: como ela entra na alfabetização da criança surda

Por Madson Barreto

O que muda na sala de aula quando a criança surda pode ler e escrever primeiro na própria Língua de Sinais, e não só no Português que ela ainda não tem por dentro.

Madson Barreto

Intérprete e fundador da Universidade da Libras

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O sinal de "bilíngue" registrado em Escrita de Sinais: a mesma ideia que dá nome ao modelo de educação que este artigo explica, escrita na língua de que ele trata.
O sinal de "bilíngue" registrado em Escrita de Sinais: a mesma ideia que dá nome ao modelo de educação que este artigo explica, escrita na língua de que ele trata.

Uma criança surda pode travar na alfabetização mesmo com uma professora dedicada, um material bonito e uma escola que se esforça. Isso não acontece porque falta capacidade a ela. Acontece porque ela está sendo alfabetizada numa escrita que não representa a língua em que ela pensa.

A Escrita de Sinais entra na educação bilíngue exatamente aí: como a escrita da primeira língua da criança surda, usada antes e junto do Português escrito, nunca no lugar dele. O Decreto 5.626/2005 já garante essa base: Libras como primeira língua, Português escrito como segunda. Este artigo mostra como isso vira rotina de sala de aula, sem nunca ensinar a grafar um sinal.

Por que a criança surda trava na alfabetização mesmo com uma professora dedicada?

Ela trava porque o método de alfabetização assume uma continuidade que ela não tem: pensar, falar e escrever na mesma língua. A criança surda pensa em Língua de Sinais e é levada a escrever direto numa Língua Oral, sem passar pela escrita da própria língua primeiro.

A descontinuidade entre pensar em Língua de Sinais e escrever em Língua Oral

Numa criança ouvinte, pensar, falar e escrever acontece dentro da mesma língua, num fluxo contínuo. Na criança surda, essa continuidade se rompe: ela pensa em Língua de Sinais e é alfabetizada direto na escrita de uma Língua Oral que ela ainda não tem internalizada (Capovilla et al., 2006).

Quando a escrita da Língua Oral não capta as relações de significado da Língua de Sinais, a criança que primeiro adquire a escrita da própria língua se desenvolve mais, e chega com mais facilidade à escrita da segunda língua depois (Quadros, 2000).

O erro que não é fonológico, é visual

Um professor bem treinado costuma ler os erros da criança surda na escrita alfabética como erro de português. Mas a origem desses erros não é fonológica. É visual (Capovilla et al., 2006).

Isso muda tudo sobre o que fazer com o erro. Corrigir um erro fonológico e corrigir um erro visual são duas intervenções completamente diferentes, e a primeira simplesmente não resolve a segunda.

Mesmo quando a escola converte cada letra do nome da criança em soletração digital, letra por letra, a criança surda ainda não chega ao sinal lexical que ela usa todos os dias pra se referir àquilo (Stumpf, 2005, p. 44). Soletrar não é a mesma coisa que escrever a própria língua.

Eu já vi essa cena de perto: a criança copiando as letras certinho, no traço certo, sem que aquilo vire, pra ela, o sinal que ela sabe fazer com as mãos. Ela copia. Não significa. E o problema nunca foi ela.

O professor, nessa cena, não é o problema. Ele está fazendo exatamente o que foi treinado pra fazer, com a ferramenta que recebeu. O problema é a ferramenta: uma escrita de modalidade errada, usada como se fosse a única possível.

O que a lei já garante sobre educação bilíngue de surdos?

A lei brasileira já garante a Libras como primeira língua da criança surda e o Português escrito como segunda língua, com o Decreto 5.626/2005 e, mais recentemente, com a Lei 14.191/2021, que deu à educação bilíngue de surdos status de modalidade própria dentro da educação nacional.

Decreto 5.626/2005: Libras como primeira língua, Português escrito como segunda

O Decreto 5.626/2005 define educação bilíngue, no Art. 11, inciso I, como o ensino que tem a Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua. O Art. 22 vai além: determina escolas e classes bilíngues, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngues, e o parágrafo 1º do mesmo artigo estabelece que Libras e Português escrito são, juntas, as línguas de instrução dessas escolas ou classes.

O Art. 14, parágrafo 1º, inciso II, do mesmo decreto, fixa que o ensino de Libras e de Português como segunda língua começa desde a educação infantil, não depois. Já escrevi sobre o que o Decreto 5.626/2005 mudou na prática pra comunidade surda, incluindo o que ele exigiu das instituições de ensino.

Lei 14.191/2021: educação bilíngue de surdos vira modalidade própria na LDB

Em 2021, a Lei 14.191/2021 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para incluir a educação bilíngue de surdos como modalidade própria, ao lado da educação especial. Isso reforça, quase duas décadas depois do Decreto 5.626/2005, que educar uma criança surda em Libras primeiro não é adaptação de currículo: é modalidade educacional reconhecida em lei.

Já contei, em outro artigo, a conquista que esse decreto representou pra comunidade surda. A Lei 14.191/2021 é a continuação direta dessa conquista, atualizada pra sala de aula de hoje.

O número 5.626 registrado em Escrita de Sinais. O decreto que colocou a Libras como primeira língua da criança surda, escrito na língua de que ele trata.
O número 5.626 registrado em Escrita de Sinais. O decreto que colocou a Libras como primeira língua da criança surda, escrito na língua de que ele trata.

Nenhuma dessas duas leis define qual sistema de Escrita de Sinais uma escola deve adotar. Essa lacuna é real, e é justamente o motivo pelo qual, na prática, o sistema com uso consolidado, aceitação majoritária e presença da educação infantil ao ensino superior no Brasil é o que tende a prevalecer (Gregório, 2024).

Como a Escrita de Sinais entra na rotina de uma escola bilíngue?

Ela entra como registro escrito do que a criança já sinaliza, não como um conteúdo novo isolado: na educação infantil, na sala de recursos, e como material de consulta depois que o intérprete já foi embora da sala.

Na educação infantil e nos anos iniciais: a criança lê e escreve o que ela já sinaliza

Crianças surdas conseguem escrever sinais na própria língua desde as primeiras aulas de alfabetização, sem precisar passar pela escrita da Língua Oral primeiro. Isso já foi observado em experiências no Brasil e na França (Stumpf, 2005).

Os períodos de evolução da escrita infantil descritos por Ferreiro se repetem em crianças surdas expostas à Escrita de Sinais, do mesmo jeito que em crianças ouvintes (Ferreiro, 1982, 1985, 1999 apud Stumpf, 2005). A diferença aparece num ponto específico: crianças surdas tendem a ir direto do nível pré-silábico pro nível alfabético, sem passar pelos níveis silábico e silábico-alfabético observados em crianças ouvintes (Hautrive; Souza, 2010).

Na sala de recursos e no AEE: um registro que o aluno consegue reler sozinho

Falta ao aluno surdo, na maior parte das escolas, uma forma de registro acessível que ele consiga consultar depois. O conteúdo chega traduzido pelo intérprete durante a aula, mas o que fica registrado no caderno, na maior parte das vezes, é só Português (Silva, 2009a, p. 53).

Quando o registro da sala de recursos é feito em Escrita de Sinais, o aluno surdo lê aquele texto direto em Língua de Sinais, sem precisar de tradução nem de mediação do Português escrito pra entender o que está escrito (Silva, 2009a).

Na escola comum com intérprete: o que sobra depois que o intérprete vai embora

Quando a turma começa a registrar o vocabulário trabalhado em Escrita de Sinais, a primeira coisa que muda não é a aula em si. É o que sobra dela depois. O aluno surdo passa a ter, no caderno, algo que ele mesmo consegue reler, sem depender de lembrar o que o intérprete sinalizou naquele dia.

Essa seção descreve uso pedagógico: quando, com quem, em que etapa, com que finalidade. Não é aqui que se aprende a grafar um sinal, e este artigo segue essa linha até o fim.

O que acontece com a criança quando ela escreve a própria língua?

Dois efeitos aparecem, e nenhum dos dois é só técnico: a criança ganha um componente afetivo de autoestima e reconhecimento, e um componente de aprendizagem em que as dificuldades passam a ser superáveis, não permanentes (Stumpf, 2005, p. 220).

O aspecto afetivo: orgulho de um conhecimento que a escola reconhece

A criança surda que aprende a escrever a própria língua leva pra casa algo concreto: um caderno com sinais escritos por ela mesma, reconhecido pela escola como aprendizado de verdade, não como rabisco ou tentativa de imitar o Português (Stumpf, 2005, p. 220).

Esse reconhecimento muda a relação da criança com a própria escrita. Ela para de escrever pra agradar o adulto e passa a escrever pra registrar o que ela pensa.

O aspecto de evolução na aprendizagem: dificuldades que deixam de ser permanentes

O segundo efeito é sobre o próprio processo de aprender. As dificuldades que antes pareciam travas fixas passam a ser tratadas como parte normal do caminho, algo que se resolve com o tempo, e não como sinal de que a criança "não consegue" (Stumpf, 2005, p. 220).

A família que entra junto

Na Escola de Ensino Fundamental Frei Pacífico, no Rio Grande do Sul, familiares de alunos surdos que aprenderam o básico da Escrita de Sinais passaram a valorizar mais a Libras dentro de casa, e a reforçar a comunicação em sinais com os próprios filhos (Stumpf, 2005, p. 221).

O sinal de criança em Escrita de Sinais. Quando o que está no caderno é a língua que ela pensa, a criança surda lê sem precisar de tradução.
O sinal de criança em Escrita de Sinais. Quando o que está no caderno é a língua que ela pensa, a criança surda lê sem precisar de tradução.

Eu vivi uma versão dessa cena de perto, no atendimento que fiz no CAPI, em Ipiaú, na Bahia. Vi crianças que travavam toda vez que a atividade pedia letra de Português no papel. E vi as mesmas crianças destravarem quando o que estava no caderno era a própria língua delas, escrita.

Não foi a criança que mudou de uma semana pra outra. Foi a ferramenta que passou a bater com a língua que ela já tinha por dentro. Uma esponja não decora onde vai molhar. Ela é colocada na água e absorve por inteiro. Com a escrita da própria língua, a criança faz o mesmo: absorve, em vez de decorar.

Aprender a escrever a Libras atrapalha o aprendizado do Português?

Não. Acontece o contrário, e é isso que a pesquisa mostra: quem aprende a escrever a própria língua primeiro chega mais forte na segunda língua depois.

A Escrita de Sinais como ponte pra segunda língua

Em pesquisa de doutorado feita dentro de um colégio bilíngue para surdos, a Escrita de Sinais funcionou como ponte cognitiva entre Libras e Português: ajudou na organização textual, na ampliação de vocabulário e no desenvolvimento de metalinguagem dos alunos (Bozoli, 2021).

Outros trabalhos confirmam esse efeito por ângulos diferentes: um caderno de atividades pedagógicas que articula Escrita de Sinais e Português como segunda língua no Ensino Fundamental II, com narrativas traduzidas e jogos (Coelho, 2021); e um estudo em que a Escrita de Sinais favoreceu a compreensão textual e a inferência semântica na leitura em Português como segunda língua, reduzindo o uso do chamado português sinalizado (Nascimento, 2018).

Estudantes surdos que aprenderam a Escrita de Sinais tiveram aumento significativo de vocabulário na compreensão do Português (Loureiro, 2004 apud Barreto; Barreto, 2025).

Quem tem base na primeira língua chega mais forte na segunda

O principal fator que atrapalha o aluno surdo a adquirir a escrita do Português não é falta de esforço, nem de estímulo em casa. É não ter aprendido a escrever primeiro a própria primeira língua (Pereira; Fronza, 2006).

Isso confirma o que já se sabia sobre aquisição de segunda língua: quem chega com a primeira língua bem construída avança mais rápido e com mais segurança na segunda (Quadros apud Stumpf, 2005).

  • Língua da base de pensamento: só pelo Português escrito, é o Português, que a criança ainda não tem por dentro; na alfabetização bilíngue com Escrita de Sinais, é a Língua de Sinais, a língua em que ela já pensa
  • Tipo de erro que aparece: só pelo Português escrito, é lido como erro de português; com Escrita de Sinais, é reconhecido como particularidade visual, não fonológica
  • O que o aluno consegue reler depois: só pelo Português escrito, muitas vezes nada com significado próprio; com Escrita de Sinais, o que ele mesmo escreveu, na própria língua
  • Relação afetiva com a escrita: só pelo Português escrito, cópia sem significar; com Escrita de Sinais, orgulho e reconhecimento (Stumpf, 2005)
  • Efeito no Português como segunda língua: só pelo Português escrito, aprendizado mais lento e mais frágil; com Escrita de Sinais, ponte cognitiva, vocabulário e compreensão textual mais fortes (Bozoli, 2021)

Por onde um professor ou uma escola começa de verdade?

Começa pelo adulto de referência, não pela criança. Professor, intérprete educacional, pai ou mãe formados primeiro na Língua de Sinais, e só depois a criança dentro de um ambiente onde essa língua já circula com naturalidade.

A ordem que funciona: adulto de referência primeiro

Um documento elaborado por especialistas, incluindo pesquisadores surdos, e encaminhado ao MEC, defende a aquisição da Escrita de Sinais pela criança surda como parte do processo bilíngue de alfabetização (Thoma et al., 2014). Mas nenhum processo bilíngue começa pela criança sozinha: começa pelo adulto que vai mediar essa língua todos os dias.

Quando o adulto de referência ainda está no estágio de "sei alguns sinais", a criança sente isso na prática, mesmo sem entender por quê. O caminho pra sair desse estágio e chegar a dominar a Língua de Sinais o bastante pra mediar a alfabetização de uma criança surda é o que o Box Libras Sem Travas foi desenhado pra oferecer.

O que já existe de material e formação

Do lado do material de referência pra sala de aula, o livro Escrita de Sinais sem mistérios, que escrevi com minha esposa Raquel, tornou-se referência em universidades, cursos de Letras e Libras, Pedagogia e Educação de Surdos, além de ter sido adotado por professores, escolas bilíngues e centros de atendimento a surdos (Barreto; Barreto, 2025). Hoje, 41 universidades brasileiras já produziram dissertação, tese ou TCC dedicado ao SignWriting, num total de 77 dissertações e teses entre 1999 e 2025 (Barreto; Barreto, 2025).

Escola por escola, professor por professor, a mudança começa do mesmo jeito: alguém adulto decide aprender a língua de sinais de verdade primeiro, pra depois poder oferecer à criança surda a escrita da língua em que ela já pensa.

Perguntas frequentes

O que é educação bilíngue de surdos?

É o modelo educacional em que a Libras é a primeira língua da criança surda e o Português escrito é a segunda língua. A base legal está no Decreto 5.626/2005, que criou essa definição, e na Lei 14.191/2021, que tornou a educação bilíngue de surdos uma modalidade própria dentro da educação nacional brasileira.

A Escrita de Sinais substitui o Português escrito na escola?

Não. A Escrita de Sinais é a escrita da primeira língua da criança surda, usada junto do Português escrito, nunca no lugar dele. O Português escrito continua sendo a segunda língua, e é justamente ele que fica mais acessível depois, quando a criança já tem uma base sólida de leitura e escrita na própria língua.

Com que idade a criança surda pode começar a aprender a Escrita de Sinais?

Desde a educação infantil, junto da aquisição da própria Língua de Sinais. Crianças surdas conseguem escrever sinais na própria língua já nas primeiras aulas de alfabetização, sem precisar passar antes pela escrita de uma Língua Oral que ainda não fazem parte do repertório delas.

Quem precisa aprender Escrita de Sinais primeiro, o professor ou o aluno?

O adulto de referência: professor, intérprete educacional, pai ou mãe. Um processo bilíngue de alfabetização depende de haver, ao redor da criança, adultos que já dominam a Língua de Sinais o bastante pra mediar esse aprendizado todos os dias, antes de a criança começar a escrever a própria língua.

Serve pra uma criança surda que já está no ensino fundamental e não foi alfabetizada assim?

Sim. Os processos cognitivos de aquisição da leitura e da escrita por crianças, jovens e adultos surdos percorrem, em grande parte, o mesmo caminho, segundo o próprio livro "Escrita de Sinais sem mistérios". Nunca é tarde para introduzir a escrita da primeira língua na alfabetização de um aluno surdo.

Uma escola comum com intérprete pode usar Escrita de Sinais?

Pode, principalmente na sala de recursos e no Atendimento Educacional Especializado. Registrar o vocabulário trabalhado em Escrita de Sinais dá ao aluno surdo um material que ele mesmo consegue reler depois, sem depender de lembrar o que o intérprete sinalizou durante a aula regular.

Referências

BARRETO, Madson; BARRETO, Raquel. Escrita de Sinais sem mistérios. 3. ed. rev., atual. e ampl. Salvador: Universidade da Libras, 2025. v. 1, 470 p. ISBN 978-65-98850-51-7.

BOZOLI, Daniele Miki Fujikawa. Educação bilíngue de surdos: o uso da escrita de sinais SignWriting na aprendizagem do português como segunda língua. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2021.

CAPOVILLA, Fernando C. et al. A escrita visual direta de sinais SignWriting e seu lugar na educação da criança Surda. In: CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira. v. II. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2006. p. 1491-1496.

COELHO, Tatiana Almeida Gavião. A escrita da língua de sinais como suporte ao aprendizado do português escrito para educandos surdos: uma mediação possível. Dissertação (Mestrado Profissional em Letras) - Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, 2021.

FERREIRO, Emilia apud STUMPF, Marianne R. Aprendizagem de Escrita de Língua de Sinais pelo sistema SignWriting: línguas de sinais no papel e no computador. Tese (Doutorado em Informática na Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005.

GREGÓRIO, Renato Jefferson Bezerra Leão. Caminhos para implementação das políticas linguísticas da escrita de sinais. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2024.

HAUTRIVE, Giovana M. F.; SOUZA, Edna M. A escrita da língua de sinais meio natural alfabetização crianças surdas. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 23, n. 37, p. 181-194, maio/ago. 2010.

LOUREIRO apud BARRETO, Madson; BARRETO, Raquel. Escrita de Sinais sem mistérios. 3. ed. rev., atual. e ampl. Salvador: Universidade da Libras, 2025.

NASCIMENTO, Leoni Ramos Souza. O SignWriting como suporte para o desenvolvimento da leitura em Língua Portuguesa como segunda língua. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, 2018.

PEREIRA, Maria Cristina P.; FRONZA, Cátia de A. Sistema SignWriting como uma possibilidade na alfabetização de pessoas surdas. In: ANAIS DO VII CONGRESSO DE LÍNGUAS DO MERCOSUL (CELSUL). Pelotas: UCPel/UFPel, 2006.

QUADROS, Ronice M. Alfabetização e o ensino da língua de sinais. Revista Textura, Canoas, n. 3, p. 53-61, 2000.

SILVA, Fábio I. Analisando o processo de leitura de uma possível escrita da língua brasileira de sinais: SignWriting. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2009a.

STUMPF, Marianne R. Aprendizagem de Escrita de Língua de Sinais pelo sistema SignWriting: línguas de sinais no papel e no computador. Tese (Doutorado em Informática na Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005.

THOMA, Adriana da Silva et al. Relatório sobre a Política Linguística de Educação Bilíngue: Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SECADI, 2014.